Andaluzia continua a amadurecer, porém não termina de convergir com a Espanha e a Europa. O PIB per capita de Andaluzia um indicador de produtividade e desenvolvimento econômico, continua muito abaixo do PIB per capita de Portugal e ainda mais longe do europeu.

E não só não nos aproximamos da média nacional e europeia, no entanto que nos afastamos. A renda per capita em espanha é inferior a 75% da média espanhola, uma situação semelhante à de 1955, como salienta um relatório do BBVA Research. Por que isso acontece se a comunidade autónoma tem recebido desde 1986, mais de 100.000 milhões de euros de fundos europeus? Para dominar o abismo que separa a Andaluzia do resto de Espanha e da Europa, basta saber os seguintes fatos.

  • Possibilidade da possibilidade mais apropriada
  • Um resumo executivo
  • 13:23 erxavi ->do auxerre
  • Avalia o meio sócio-familiar e comunitária onde se desenvolve o recluso
  • 45 Abramovich oferece iluminação verde à venda de Matic ao United
  • Outras táticas: cargos pros que contratar funcionários, cursos de formação necessários, etc
  • O Aparelho Financeiro de Indicação das Pescas (IFOP)

Se olharmos as taxas de desemprego, também não saímos melhor desempregados. Hoje em dia, a taxa de desemprego situa-se em 23% em Andaluzia, quase 8 pontos a mais que a média espanhola e quinze pontos a mais do que na zona Euro, segundo dados de Funcas. A diferença entre o desemprego existente pela precrisis e o atual é de 11 pontos pela Andaluzia, durante o tempo que que em Portugal é de somente 6,8 e na Eurzona é o mesmo. Os salários não estão a Andaluzia em melhor posição.

Na Andaluzia, o salário médio é de 1.469 euros, estando somente abaixo nossa Canárias, andaluzia e Extremadura, de acordo com Contrato. O salário médio em Portugal é de 1.657 euros, 12% a mais do que na Andaluzia. A diferença entre o salário médio de um andaluz e um vasco é de cerca de 500 euros, ou melhor, 33% a menos. O professor Francisco Ferraro, presidente do Observatório Econômico da Andaluzia, explica que não há somente uma razão que explique por que esta comunidade imediatamente ficou para trás. “É o resultado de múltiplos factores económicos e sociais”, salienta.

“O desenvolvimento econômico depende -diz – se do capital humano e temos melhorado em termos de formação, no entanto não é bastante. O relatório PISA analisa a característica de formação e põe de manifesto carências na Andaluzia, dado que estamos a última pela lista de “comunidades autônomas”. Por que aconteceu isto?

Porque há pouca poupança e porque, porventura, há uma menor proporção de investir, arriscar, a raciocinar no futuro ou acrescentar as capacidades produtivas porque temos preferências por novas variáveis em nossos comportamentos”. Além do mais, esse professor alega que “outro fator primordial para o desenvolvimento a extenso prazo é a nossa dotação tecnológica e inovação. “Se tivéssemos uma atividade muito capitalizada, a nossa produtividade seria superior em centros altamente tecnologizados, com inteligência artificial, que em um centro onde prima, a mão-de-obra bruta. O presidente do Observatório Econômico da Andaluzia explica que, além do mais, a Andaluzia tem uma matéria pendente: sua densidade empresarial, que mede o número de empresas em atividade da população, é o mais nanico de todas as comunidades autônomas.

A isto é necessário inserir que temos poucas organizações e as que temos são muito pequenas. Temos poucas corporações de porte médio e enorme, e estas são na sua maioria de capital não andaluz, o que fornece a idéia de que a burguesia regional não é prática pela constituição ou manutenção de grandes empresas”.

E, por último, Ferraro aborda razões institucionais pra esclarecer por que a Andaluzia não converge com a Espanha e a Europa. “Um recinto onde há leis claras, justas, facilmente interpretáveis, que são apropriados pro progresso económico, facilitam o avanço econômico. Carecemos de menos leis, mais claro e melhor feitas. “Como podemos alterar o padrão?