Esta semana, foram cumpridos nove anos da fuga de uma penitenciária de alta segurança de José “O que Um” Guzmán, líder do cartel de Sinaloa. Escondido entre as roupas sujas e com a auxílio de funcionários, o traficante de drogas mais procurado do México devia sorrir enquanto dizia adeus com a mão a oito anos de reclusão.

No entanto como em tudo, uns saem e outros entram. E parece que de imediato estão entrando excessivo para que as coisas corram bem nas prisões. A luta ao narcotráfico do presidente Felipe Calderón tomou os pistoleiros das ruas, entretanto as dificuldades continuam no momento em que estão atrás das grades. Em dois anos, mais de 130 presos faleceram em confrontos no sistema prisional do norte do povo. Os cartéis continuam mantendo seus ódios e lealdades mútuos, e na prisão, as coisas não mudam. A encruzilhada fatal de todo este ódio é o estado de Durango, que está localizado estrategicamente perto dos domínios de incalculáveis cartéis, e sempre foi considerado como feudo do “chefão.

Durango, que acumula quase a metade dos mortos, concentra inúmeros penais onde vão parar presos com crimes de ordem federal, a respeito de tudo sequestro -usado pelas máfias pra financiar – e tráfico de drogas. O mais sensível é o Centro de Readaptação Social (Cereso) número um, onde 35% dos 2.500 internos estão condenados por crimes federais. A know-how de a prisão é para 1.400 pessoas.

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Lá, ainda estão frescos dos vinte e quatro corpos dos detentos, que se enfrentaram pela quarta-feira com armas brancas, no evento dessa classe mais sangrento dos últimos anos. Militares e policiais federais viram-se pela necessidade de interceder pra pôr final a um caos absoluto que durou 30 minutos, 3 disputas simultâneas, segundo confirmou o procurador duranguense, Daniel Garcia Leal. Os réus estavam a tomar o nanico-almoço no momento em que um grupo deles atacou muitos presos que haviam entrado apenas alguns dias atrás, por sequestro, rivais.

segundo o procurador, tudo aconteceu tão rápido que os guardas não puderam detê-lo; o plano estava tudo bem orquestrado. Usavam armas brancas que tinham feito eles mesmos. “Imediatamente acendeu o código vermelho”, contou o diretor de Precaução e Reinserção Social, Noel Díaz Rodríguez. Já precisam estar acostumados, não é a primeira vez que isto acontecia; em pouco mais de um ano e quatro meses, 2 movimentos foram por diante com outros quinze internos do mesmo penal. Identicamente, confrontos do crime ajeitado. A competição das ruas foi transferido para os pênaltis.

Em primeiro lugar se achavam 23 corpos, e depois, à noite, mais um definhando numa célula. Fora, ao lado da vedação de arame, os familiares de detentos se concentraram mais nada ouvir a notícia em espera de não ouvir o nome que lhes era conhecido.

Perto, pela Comarca Nenhuma, Gómez Palácio é bem como um ponto de combate. Canto com o neste instante conflitante Torreón -os que partiram há anos, e retornam garantem que antes não tinha balaceras – também tem tua específico registro de rebeliões penitenciários que são amontoados de cadáveres, um em cima do outro.