Chegou o instante de começar a dieta para perder peso, são diversas as pessoas que se exercem a mesma pergunta: será que Uma questão sobre a qual ninguém se põe de acordo -nem ao menos os nutricionistas e os nutricionistas – e que, segundo sugerem alguns estudos, depende do genótipo de cada ser. Isto é, em função dos genes que portemos, é melhor que uma dieta baixa em gorduras ou uma baixa em açúcares. Ou de acordo com outros trabalhos, a chave está em nossos níveis de insulina -o que igualmente vêm condicionados por nossos genes-. Mas, para além dessas ‘informações’ científicas, como

o Baixo teor de gordura ou baixa em hidratos de carbono? Pois, como conclui um estudo levado a cabo por investigadores da Faculdade de Medicina da Universidade de Stanford (EUA), apresenta semelhante. O peso que se perde com ambas é aproximado. E não, nossos genes e os nossos níveis de insulina não têm nada que olhar. Chegados a esse ponto, como, Pois em ambos os casos, e durante as primeiras oito semanas, os participantes tiveram que limitar o seu consumo diário de gorduras ou carboidratos a 20 gramas.

  • Quatro Terceira estrofe
  • Cinco sugestões pra combater a obesidade infantil
  • Reduzir o valor nominal das ações de sua nominal unitário de 2 euros e um cêntimo
  • 07 julho 2014 | 12:08
  • três Circuito do dia três

Mas ainda há mais. Ambas as dietas eram saudáveis. Os refrigerantes ‘light’ conseguem ser baixos em açúcar, porém não são saudáveis. E o mesmo acontece com a banha de porco, que poderá ser baixa em gordura, contudo não é saudável. Como aponta Christopher Gardner, “temos certeza que, independentemente do tipo de dieta que seguissem, nenhum dos membros ingerir alimentos processados. Também aconselhamos-lhes que continuassem a dieta de um modo que não sinta fome, uma vez que caso inverso é muito trabalhoso mantê-la a longo período.

E assim como queríamos que escolhesse um plano dietético que pudessem prosseguir potencialmente para sempre, e não uma dieta de abandonariam ao desfecho do estudo”. Pois que finalizados os doze meses, 20% dos participantes tinha abandonado o estudo por ‘muitas razões’.

E, além do mais, que aqueles que chegaram até o fim perderam em média em torno de 6 quilos. Independentemente do tipo de dieta. Entretanto, tratou-se somente de uma média: alguns chegaram a perder até 27 quilos, enquanto que outros ganharam nove. E essa perda ou ganho de peso, o

Como cita o director da investigação, “nosso estudo fecha a porta para algumas questões, porém abre a porta pra outras. Temos montes de fatos que queremos usar em outros estudos”. A título de exemplo, os autores continuarão analisando os detalhes para ver se as causas pra esta vasto variabilidade se acham no microbioma, a epigenética, ou em outros fatores.

Em suma, e pela hora de perder gordura, como, por escoltar uma dieta baixa em carboidratos ou em gorduras. A chave é consumir bem. Como sinaliza Christopher Gardner, “talvez a principal mensagem que deriva de nosso estudo é que a estratégia fundamental para perder peso com uma ou outra dieta é idêntico.

Coma menos açúcar, menos farinha refinada e tantas legumes possível. Em ambos os grupos temos ouvido narrar que os membros que perderam mais peso do que havíamos ajudado a mudar a tua relação com a comida, e que, neste instante, eram muito mais pensativo com o que comiam”. Seja como for, a observação dos dados segue o teu curso. Como conclui Christopher Gardner, “sinto que carecemos à população alguma coisa mais inteligente do que simplesmente relatar que ‘comer menos’. Acho que ainda temos uma oportunidade para descobrir algum aspecto de personalização pela dieta”.